O Projeto de Lei 3058/26 prevê que a morte do empregador resultará na extinção automática do contrato de trabalho doméstico e garantirá ao trabalhador o pagamento de todas as verbas rescisórias, incluindo a indenização do FGTS e o seguro-desemprego.
A proposta, que altera a Lei das Domésticas (Lei Complementar 150/15), está em análise na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, o trabalhador doméstico terá os seguintes direitos:
saque da indenização compensatória do FGTS (formada pelo depósito mensal de 3,2% feito pelo patrão);
pagamento do aviso prévio indenizado;
acesso ao benefício do seguro-desemprego.
O projeto estabelece uma exceção a essa regra, nos casos de sucessão de empregadores. Se a família decidir continuar morando na casa e o profissional seguir prestando serviço para a mesma unidade familiar, o contrato não é extinto. Nesse caso, o novo patrão (um filho ou viúvo, por exemplo) precisará apenas anotar a alteração na Carteira de Trabalho e no eSocial.
Em justificativa, a autora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), observou que a lei atual não é clara sobre o que acontece com os direitos do empregado quando o patrão falece, o que gera decisões divergentes na Justiça. Conforme ela, o projeto visa acabar com a insegurança jurídica e proteger o trabalhador.
“Como o rompimento da relação laboral submete o trabalhador a uma situação de desemprego involuntário e abrupto, o profissional necessita desse suporte imediato para organizar sua busca por uma nova colocação no mercado, sem comprometer a subsistência de sua família”, defendeu a deputada.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte cumpriu, na manhã desta quarta-feira (7),mandados de busca e apreensão na casa de dois vereadores durante uma operação que investiga a possível venda irregular de acesso a exames de imagem no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.
A Operação Sine Mora cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e também determinou o afastamento preventivo de cinco servidores efetivos do hospital. Não houve prisões.
A investigação apura a possível comercialização de acesso à realização de exames como tomografias e radiografias por funcionários da unidade de saúde.
Um dos alvos foi a vereadora de Parnamirim, Carol Pires. Agentes da Polícia Civil cumpriram um mandado de busca em sua residência. O outro vereador alvo da operação é Percivaldo Júnior, de Poço Branco. O mandado contra ele foi cumprido em uma casa localizada em Ceará-Mirim, na Grande Natal.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), foram apreendidos celulares, outros equipamentos pessoais e agendas com registros de cinco funcionários do Walfredo Gurgel. Os servidores serão afastados preventivamente da escala do hospital enquanto a investigação prossegue.
A Sesap informou ainda que a investigação é anterior à atual gestão da secretaria e à atual direção do hospital. A pasta e a direção do Walfredo Gurgel colaboraram com a Polícia Civil durante a apuração.
Vereadora diz que não conhece investigação
Em nota, Carol Pires afirmou que foi surpreendida pela diligência realizada em sua residência e que ainda não teve acesso aos autos do processo.
Segundo a vereadora, ela não sabe qual é o objeto específico da investigação nem quais fatos estão sendo apurados. Ela afirmou, porém, que está colaborando com as autoridades e entregou voluntariamente o celular e a senha para as averiguações.
Carol Pires disse ainda que acionou sua defesa jurídica para ter acesso aos autos e afirmou ter convicção de que não praticou qualquer ato ilícito ou ilegal.
Até a publicação desta matéria, Percival do Júnior não havia se pronunciado sobre a operação.
Investigação
De acordo com a Polícia Civil e a Sesap, a Operação Sine Mora investiga a possível comercialização irregular de exames realizados no Walfredo Gurgel.
Entre os procedimentos investigados estão exames de imagem, como tomografias e radiografias. A operação busca reunir documentos e equipamentos que possam contribuir para esclarecer como ocorria o acesso aos exames e identificar os envolvidos.
Os cinco servidores afastados tiveram celulares, equipamentos pessoais e agendas apreendidos durante o cumprimento dos mandados.
O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) declarou prescrita a possibilidade de aplicação de sanção pecuniária, ou seja, de cobrança de multa, em parte das irregularidades analisadas nas contas de 2015 do ex-prefeito de Cerro Corá, Raimundo Marcelino Borges.
A prescrição, porém, não impediu o Tribunal de emitir parecer prévio desfavorável à aprovação das contas daquele exercício, que serão encaminhadas à Câmara Municipal para apreciação.
A decisão consta do Processo nº 010126/2016-TC, referente à prestação de contas de governo do município de Cerro Corá no exercício de 2015.
Segundo o parecer, a prescrição atingiu especificamente a imputação de sanção pecuniária relacionada aos achados de auditoria já considerados elididos. Na prática, o reconhecimento da prescrição impede que o TCE-RN prossiga com processo autônomo destinado à apuração de responsabilidade para eventual cobrança de multa sobre esses fatos.
Mesmo com a prescrição da possibilidade de aplicação da multa, o Tribunal manteve o entendimento desfavorável sobre as contas. A unidade de fiscalização havia identificado irregularidades que, segundo o TCE-RN, não foram afastadas pelas justificativas apresentadas pela defesa do então prefeito.
Entre os problemas apontados estão a falta de remessa de documentos exigidos pelos artigos 10 e 11 da Resolução nº 4/2013 do TCE-RN e o **atraso no envio dos decretos utilizados para abertura de créditos adicionais.
O parecer registra que Raimundo Marcelino Borges apresentou razões defensórias, mas não conseguiu afastar as irregularidades consideradas remanescentes no processo.
Policiais militares da 3ª Companhia da Polícia Militar, durante patrulhamento na zona rural de Lagoa Nova, localizaram uma motocicleta abandonada no Sítio Ceará.
Durante a averiguação, a equipe realizou a consulta do chassi e do número do motor do veículo e constatou que havia um registro de furto/roubo.
A motocicleta estava sem placa e havia sido pintada na cor prata. No entanto, após a identificação pelos sinais identificadores, foi constatado que se tratava de uma Honda CG 125, originalmente de cor verde, com placa MXI-3292.
Diante da situação, a guarnição conduziu o veículo até a Delegacia de Polícia Civil de Cerro Corá, onde foram realizados os procedimentos cabíveis para a restituição do veículo ao proprietário e demais providências legais.
O resultado das urnas em Cerro Corá consolidou um cenário político histórico para o senador Styvenson Valentim (Podemos). Com uma votação expressiva de 37,02% dos votos válidos, totalizando 4.728 votos, o parlamentar reeleito demonstrou uma impressionante capilaridade no município. No entanto, a leitura correta desse desempenho vai muito além dos números frios da Justiça Eleitoral: ela reside na inédita capacidade de convergência que a sua candidatura proporcionou na política local.
Para alcançar a marca expressiva que se aproximou dos 5 mil votos, construiu-se um fenômeno raro na dinâmica partidária da cidade. O palanque de Styvenson Valentim conseguiu unificar lideranças que historicamente caminham em lados opostos. Figuras exponenciais da situação — incluindo o atual prefeito e toda a sua base aliada — somaram forças com importantes nomes da oposição local. Diante do interesse comum e do reconhecimento das ações do mandato do senador, as divergências paroquiais foram momentaneamente deixadas de lado em prol de um objetivo maior.
Por essa razão, seria um erro de análise política tentar atribuir o êxito dessa votação a apenas um padrinho ou a uma única corrente partidária. O expressivo montante de votos conquistado em Cerro Corá não possui um “pai” exclusivo ou um dono isolado. Ele é, legitimamente, o fruto da soma de esforços de múltiplos atores políticos e, fundamentalmente, do engajamento direto da população, que validou esse projeto de forma soberana.
Em uma época marcada pela polarização, Cerro Corá enviou um recado claro de amadurecimento por meio do resultado oficial divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A votação recorde de Styvenson na cidade é a prova incontestável de que, quando o propósito é o desenvolvimento do município, a união de todos — líderes e povo — é sempre a estratégia mais vitoriosa.
O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN) e a Polícia Civil vão realizar, no dia 10 de novembro, um leilão on-line com 104 veículos apreendidos ou abandonados no estado. O certame terá início às 10h e integra o programa Pátio Livre.
A relação dos veículos foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (6).
Leilão acontece em novembro
Os veículos estavam em pátios de delegacias subordinadas à Diretoria de Polícia da Grande Natal (DPGRAN) e de outras diretorias da Polícia Civil.
Após os procedimentos necessários, os veículos foram encaminhados para o pátio credenciado de custódia do Detran-RN, localizado em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.
Lista tem carros de diferentes marcas
Entre os veículos disponíveis no leilão estão modelos como Toyota Hilux, BMW Z4, Jeep Compass, Jeep Renegade, Nissan Versa, Toyota Etios, Fiat Strada e Ford Fiesta.
A lista também inclui motocicletas de diferentes marcas e modelos, além de veículos sem placa ou que ainda não receberam o primeiro emplacamento.
Veículos serão vendidos pela internet
O leilão será realizado exclusivamente pela internet, na modalidade de maior lance. O certame ficará sob responsabilidade do leiloeiro oficial Francisco Doege Esteves Filho.
Os interessados devem consultar o edital e a relação completa dos veículos para verificar as condições de participação e as informações específicas de cada lote.
Como funciona o programa Pátio Livre
O Pátio Livre foi criado por meio de um acordo de cooperação técnica entre o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), a Corregedoria-Geral de Justiça, o Ministério Público, a Polícia Civil e o Detran-RN.
A iniciativa busca dar encaminhamento aos veículos apreendidos ou abandonados que permanecem sob custódia dos órgãos públicos.
O fechamento das urnas em Cerro Corá desenhou um novo e intrigante mapa político para o município, mas o verdadeiro destaque dessas eleições vai muito além dos cargos majoritários. O grande vitorioso político desse pleito atende pelo nome de Breno Bezerra, cujo desempenho consolida sua liderança e o projeta como um dos nomes mais robustos para a disputa majoritária em 2028.
O tamanho do capital político de Breno Bezerra ficou evidente na sua capacidade extraordinária de transferência de votos. Sozinho, o vereador garantiu 734 votos para o candidato Júlio Cesar, um nome que até então figurava como desconhecido no cenário municipal. A expressiva votação conquistada sob as asas de Breno ganha contornos ainda mais impressionantes quando comparada às forças tradicionais da cidade: Júlio Cesar ficou a apenas 101 votos de diferença do candidato apoiado pelo prefeito, que contava com toda a máquina pública e a estrutura da gestão a seu favor.
Mais do que bater de frente com o governismo, o grupo liderado por Breno Bezerra conseguiu superar numericamente o candidato do ex-prefeito Novinho, uma liderança tradicional histórica com o peso de três mandatos no currículo. Essa reviravolta sinaliza que o eleitorado de Cerro Corá busca uma renovação com consistência, identificada diretamente no trabalho e no carisma do parlamentar.
Ao demonstrar essa impressionante popularidade e liderar um fenômeno nas urnas, Breno Bezerra não apenas sai fortalecido do processo eleitoral, mas se posiciona naturalmente na linha de frente como um possível nome a prefeito nas eleições de 2028. O recado das urnas foi claro: a liderança em Cerro Corá está mudando de mãos, e o futuro político da cidade passa, obrigatoriamente, pela força de Breno Bezerra.
O resultado das urnas mostrou que as citações no chamado caso Master não foram barreiras definitivas para boa parte da classe política. Entre os investigados ou citados nas apurações da Polícia Federal, figuras de destaque conseguiram sucesso nas eleições.
Na lista dos vitoriosos estão nomes como Jaques Wagner (PT-BA), Hugo Motta (Republicanos-PB), Antonio Rueda (União Brasil-RJ), Nikolas Ferreira (PL-MG), Elmar Nascimento (União-BA) e Mario Frias (PL-SP). Por outro lado, o revés bateu à porta de Ciro Nogueira (PP-PI) e ACM Neto (União Brasil-BA), derrotados nas disputas para o Senado e o governo baiano, respectivamente.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), posicionou-se de forma direta sobre o cenário eleitoral após o resultado das urnas no primeiro turno. Em mensagem direcionada aos eleitores, Zema afirmou que o recado das urnas foi inegável e destacou a força que a direita conquistou no Congresso Nacional.
Para o governador mineiro, a nova configuração do Senado e da Câmara dos Deputados garante musculatura política suficiente para impor limites institucionais a Brasília.
“Precisamos tirar os intocáveis de Brasília. Com o avanço que a direita teve no Senado e na Câmara, ela já tem um número de parlamentares suficiente para poder pedir o impeachment”, declarou Zema.
Ao comemorar o desempenho do Partido Novo, que elegeu 10 deputados federais e 3 senadores, Zema convocou a base aliada para a disputa final do dia 25 de outubro e rechaçou qualquer postura de neutralidade.
” O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula, nem mais 4 ministros nomeados pelo Lula”, pontuou.
A Câmara dos Deputados terá 183 parlamentares em primeiro mandato a partir de 2027. O número representa 35,7% das 513 cadeiras da Casa e corresponde à menor proporção de novos deputados registrada nas últimas quatro eleições.
O PL concentra o maior número de parlamentares que chegarão à Câmara pela primeira vez. Dos 183 deputados de primeiro mandato, 46 são da legenda. O PT aparece em seguida, com 22.
União Brasil terá 16 estreantes, enquanto o Republicanos terá 15. PSD e Podemos aparecem na sequência, com 14 e 13 deputados de primeiro mandato, respectivamente. A contagem considera a relação dos parlamentares eleitos que nunca exerceram mandato na Câmara.
São Paulo, dono da maior bancada estadual da Casa, também terá o maior número absoluto de novos deputados. Das 70 cadeiras destinadas ao estado, 26 serão ocupadas por parlamentares que chegam à Câmara pela primeira vez.
Cantores, apresentadores, influenciadores, atores e ex-jogadores tentaram vagas no Legislativo, mas ficaram de fora | Distribuição
A popularidade na televisão, na música, nos esportes e nas redes sociais não foi suficiente para garantir uma vaga nas eleições deste domingo (4). Diversos famosos entraram na disputa por cadeiras na Câmara dos Deputados e nas assembleias legislativas, mas não conseguiram se eleger. Entre os nomes estão Manoel Gomes, conhecido como Caneta Azul, MC Gui, Menina da Bota, Inês Brasil e Tiririca.
Caneta Azul
O cantor Manoel Gomes (Avante), conhecido pelo hit “Caneta Azul”, tentou uma vaga de deputado federal por São Paulo. Ele recebeu 7.239 votos, mas não conseguiu chegar à Câmara dos Deputados.
O artista ganhou projeção nacional em 2019, quando a música “Caneta Azul” viralizou nas redes sociais. Esta foi a segunda tentativa de Manoel Gomes de entrar para a política. Em 2022, ele concorreu a deputado estadual pelo Maranhão e também não foi eleito.
MC Gui
O funkeiro MC Gui (PSD) também tentou uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo. O cantor recebeu 7.378 votos, mas não conseguiu se eleger deputado federal.
Aos 28 anos, MC Gui, nome artístico de Guilherme Kauê Castanheira Alves, disputou uma eleição pela primeira vez. O artista ganhou projeção nacional na década passada, durante a ascensão do chamado funk ostentação.
Menina da Bota
Outra personalidade que ganhou fama na internet e tentou chegar à Câmara foi Maria José Mendes da Cruz, conhecida como Menina da Bota. Aos 23 anos, a influenciadora e cantora concorreu a deputada federal por Minas Gerais pelo União Brasil.
Natural de Angelândia, no Vale do Jequitinhonha, ela ganhou notoriedade nacional depois que vídeos em que aparece dançando e cantando na zona rural viralizaram. Menina da Bota recebeu 9.610 votos, mas não foi eleita.
Tiririca fica fora após quatro mandatos
Um dos resultados de maior destaque foi a derrota de Tiririca (PSD). Diferentemente de boa parte dos famosos que tentavam ingressar na política, o humorista buscava permanecer na Câmara dos Deputados, onde está desde 2011.
Depois de quatro eleições consecutivas por São Paulo, Tiririca mudou o domicílio eleitoral e concorreu pelo Ceará. Ele recebeu 5.523 votos e não conseguiu renovar o mandato.
A derrota interrompe uma sequência de 16 anos do humorista na Câmara. Em sua estreia nas urnas, em 2010, Tiririca recebeu mais de 1,3 milhão de votos. Depois, foi reeleito em 2014, 2018 e 2022. O atual mandato termina em janeiro de 2027.
Apresentadores e nomes da televisão ficam de fora
A lista de famosos derrotados também inclui nomes conhecidos da televisão. Em São Paulo, Datena (PSB) não conseguiu uma cadeira de deputado federal.
No Rio de Janeiro, o ator Humberto Martins (DC) e o ex-jogador Edmundo não conseguiram vagas de deputado federal. A apresentadora Antônia Fontenelle e a ex-paquita Andréa Sorvetão (DC) também ficaram de fora.
Atores, ex-jogadores e ex-BBBs também são derrotados
Em São Paulo, o ex-jogador Luís Fabiano (MDB) e o ator e ex-BBB Lucas Penteado (PT) também não conseguiram chegar à Câmara. No Rio Grande do Sul, Matteus Amaral (PP), vice-campeão do BBB 24, recebeu 51.437 votos, mas não foi eleito deputado federal.
Inês Brasil fica fora da Alerj
No Rio de Janeiro, Inês Brasil (PSB) tentou transformar a popularidade nas redes sociais em votos. A cantora e influenciadora disputou uma cadeira de deputada estadual, mas ficou fora da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Os eleitores do município de Cerro Corá, no Rio Grande do Norte, foram às urnas para definir seus votos para o Senado Federal. No total da apuração municipal, o atual senador Styvenson Valentim (PODE) liderou a preferência local, seguido por Samanda de Lula (PT).
Confira abaixo a classificação completa com o número de votos e a porcentagem de votos válidos de cada candidato na cidade:
Confira o resultado detalhado da apuração para o cargo de Deputado Federal no município de Cerro Corá, no Rio Grande do Norte. Veja abaixo o desempenho de cada candidato nas urnas da cidade, ordenados pelo número de votos recebidos.
O candidato Benes Leocádio (UNIÃO) liderou a disputa no município, conquistando 26,01% dos votos válidos, seguido por Nina (PL) com 15,39% e Odon Junior (PT) com 13,64%.
Com 100% das urnas apuradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 está oficialmente definido. Como nenhum dos candidatos alcançou mais de 50% dos votos válidos necessários para vencer de forma direta, a decisão ficou para o segundo turno, que acontecerá no dia 25 de outubro de 2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno na liderança, seguido de perto pelo atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
📊 Resultado Geral da Apuração
Abaixo, confira o desempenho detalhado de todos os candidatos que disputaram o Palácio do Planalto no primeiro turno:
Posição
Candidato
Partido
Votação (%)
Total de Votos
Status
1º
Flávio Bolsonaro
PL
47,03%
56.104.503
Classificado para o 2º Turno
2º
Lula
PT
45,16%
53.879.538
Classificado para o 2º Turno
3º
Escritor Augusto Cury
AVANTE
2,89%
3.448.569
Eliminado
4º
Renan Santos
MISSÃO
2,24%
2.675.887
Eliminado
5º
Ronaldo Caiado
PSD
2,18%
2.605.148
Eliminado
6º
Zema
NOVO
0,27%
326.488
Eliminado
7º
Samara
UP
0,10%
122.911
Eliminado
8º
Hertz Dias
PSTU
0,04%
43.103
Eliminado
9º
Clariana Barão
DC
0,03%
40.043
Eliminado
10º
Edmilson Costa
PCB
0,02%
22.693
Eliminado
11º
Veterinário Wilson Grassi
DEMOCRATA
0,01%
16.881
Eliminado
12º
Rui Costa Pimenta
PCO
0,01%
15.024
Eliminado
🗳️ Votos Inválidos
Votos Nulos: 5.975.047 votos
📅 O que esperar do Segundo Turno?
A nova votação está marcada para o último domingo de outubro, 25 de outubro de 2026. Os eleitores brasileiros terão três semanas de campanha eleitoral gratuita na TV e rádio, além de novos debates entre Flávio Bolsonaro e Lula para decidir os rumos do país pelos próximos quatro anos.
A representação do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados terá renovação de 3 nomes a partir de 2027. Dos oito parlamentares que disputavam a reeleição, Robinson Faria (PP), Carla Dickson (União Brasil) e Mineiro (PT) não conseguiram a reeleição e ficam sem mandato a partir de 2027.
Os três novos representantes do Estado na Câmara são: Nina Souza (PL), Thabatta Pimenta (PV) E Dr° Bernardo (PV). A cadeira da deputada do União Brasil, Carla Dickson, que não foi reeleita, inicialmente era de Paulinho Freire, que deixou o posto para assumir a Prefeitura do Natal.
Apesar da sua suplente Carla Dickson ter perdido a cadeira, a esposa do prefeito, Nina Souza (PL) foi eleita para ocupar uma vaga na Câmara Federal. A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.
Luciano Zucco (PL) foi eleito governador do RS neste domingo (4). Às 19h15, com 90,25% das seções apuradas, o candidato tinha 57,86% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Silvana Covatti (PP). Segunda colocada, Juliana Brizola (PDT) tinha 31,89%.
Luciano Zucco (Alegrete-RS, 1974) cresceu na Serra Gaúcha e depois morou e estudou em Porto Alegre. Militar de carreira formado pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), serviu na Brigada de Infantaria Paraquedista, onde se especializou como sniper e mestre de salto.
Com 81,26% das urnas apuradas, Eduardo Riedel (PP) está matematicamente reeleito governador de Mato Grosso do Sul, segundo a Justiça Eleitoral. O candidato soma 67,36% dos votos válidos, enquanto Fábio Trad (PT) aparece em segundo lugar, com 23,03%.
Para vencer no primeiro turno, o candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos, excluídos brancos e nulos. O primeiro turno das eleições ocorre em 4 de outubro.
Riedel governa Mato Grosso do Sul desde 2023. Antes de chegar ao Executivo estadual, foi secretário de Governo e Gestão Estratégica. Com a reeleição, inicia novo mandato em 6 de janeiro de 2027.
A votação ocorrerá nos 167 municípios potiguares, distribuídos em 60 zonas eleitorais. Ao longo do dia, 2.660.947 eleitores poderão ir às urnas. Foto: Adriano Abreu
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) prevê que os resultados das eleições no Estado estejam definidos até as 21h deste domingo (4), dia do primeiro turno das Eleições 2026. Ao longo do dia, 2.660.947 eleitores aptos a votar poderão ir às urnas para escolher candidatos a presidente da República e governador, com seus respectivos vices, além de senador e deputados federais e estaduais.
A votação ocorrerá nos 167 municípios potiguares, distribuídos em 60 zonas eleitorais. Os cinco maiores colégios eleitorais do Estado são Natal, com 570.537 eleitores; Mossoró, com 187.535; Parnamirim, com 147.021; São Gonçalo do Amarante, com 77.694; e Ceará-Mirim, com 60.339. Ao todo, são 8.363 seções eleitorais no RN. O TRE-RN disponibilizou 8.849 urnas eletrônicas para o pleito, com atuação de 41.920 colaboradores, entre mesários e equipes de apoio logístico.
Para o cargo de governador, foram registrados 10 candidatos e 10 candidatos a vice-governador, distribuídos em nove chapas. A chapa do Democracia Cristã (DC), formada por Carlos Jararaca e André Gustavo (DC), foi considerada inapta.
Para o Senado, foram registradas 14 candidaturas, além de 15 primeiros suplentes e 16 segundos suplentes. O candidato do DC, Linhares Jiboia, foi considerado inapto, assim como sua primeira suplente, Wilka Nóbrega. O primeiro suplente Modesto Neto (PSol/Rede) também está inapto. Entre os segundos suplentes, Allain Agente Judiciário (DC), Priscila Dutra (Agir) e Wesley (PSol/Rede) foram reconhecidos como inaptos pela Justiça Eleitoral.
Para a Câmara dos Deputados, 111 candidatos registraram candidaturas, das quais 11 estão inaptas. Já para a Assembleia Legislativa, foram registradas 154 candidaturas, sendo cinco consideradas inaptas. Em todo o país, são 20.985 registros de candidatura distribuídos entre os cargos de presidente (14), vice-presidente (14), governador (201), vice-governador (211), senador (318), 1º suplente (348), 2º suplente (349), deputado federal (7.803), deputado estadual (11.294), deputado distrital (433).
E-Título A Justiça Eleitoral orienta os eleitores a baixarem e atualizarem o aplicativo e-Título antes do dia da votação. A ferramenta oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permite consultar o local de votação, emitir certidões eleitorais, justificar ausência às urnas, consultar e quitar débitos eleitorais, além de acessar outros serviços da Justiça Eleitoral.
Quem já possui o aplicativo instalado há algum tempo deve ficar atento à atualização. Em orientação publicada nesta terça-feira (29), o TSE recomendou que os usuários baixem a versão atualizada ou reemitam o e-Título para ter acesso às novas funcionalidades e aos serviços disponíveis para as Eleições 2026. Entre as novidades da versão atual estão o pagamento de débitos eleitorais por Pix ou cartão de crédito, a emissão de novas certidões, a geração de código de autenticação, a validação de documentos por QR Code e a integração do módulo Boletim na Mão. O aplicativo também permite consultar o local de votação e fazer a justificativa de ausência.
A recomendação da Justiça Eleitoral é que a atualização seja feita com antecedência. O aplicativo é gratuito e está disponível para celulares com sistemas Android e iOS. No dia da eleição, a votação seguirá o horário oficial de Brasília em todo o país, das 8h às 17h. O TSE também recomenda que o eleitor consulte antecipadamente seu local de votação pelo e-Título ou pelo Autoatendimento Eleitoral.
GUIA DO ELEITOR
Onde votar? A consulta pode ser feita pelo e-Título ou pelos canais da Justiça Eleitoral. No Rio Grande do Norte, o TRE-RN alerta que houve agregação e transferência de algumas seções eleitorais para outros endereços nas Eleições 2026. Por isso, mesmo quem vota no mesmo local há vários anos deve fazer a consulta antes da eleição.
O que levar para votar? O eleitor não precisa apresentar o título de eleitor impresso. Para ser identificado, deve apresentar documento oficial com foto. Também é possível utilizar o e-Título como documento de identificação quando o aplicativo apresentar a fotografia do eleitor. A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor verifique previamente o funcionamento e os dados disponíveis no aplicativo para não depender de uma atualização no momento da votação.
Como será a votação? Em 2026, o eleitor fará seis escolhas, na seguinte ordem: 1. deputado federal; 2. deputado estadual; 3. senador — primeira vaga; 4. senador — segunda vaga; 5. governador; 6. presidente da República. Para deputado federal, são quatro dígitos. Para deputado estadual, cinco. Os candidatos ao Senado terão três dígitos, enquanto governador e presidente serão identificados por dois dígitos. A urna exibirá o nome, a fotografia, o cargo e a sigla partidária antes da confirmação. Por isso, depois de digitar cada número, o eleitor deve conferir se as informações apresentadas correspondem ao candidato escolhido antes de apertar a tecla “Confirma”.
Serão dois votos para senador Uma das particularidades das eleições de 2026 é que estarão em disputa duas das três vagas do Senado por estado. Por isso, o eleitor potiguar terá de votar duas vezes para senador. Os dois votos precisam ser destinados a candidatos diferentes. Se o eleitor repetir o mesmo candidato nas duas oportunidades, o segundo voto será anulado.
Pode levar uma “cola” para a cabine? Sim. O TSE recomenda que o eleitor leve uma anotação pessoal e individual, em papel, com os números dos candidatos escolhidos. A chamada “colinha” ajuda a evitar erros na hora da votação e pode ser consultada dentro da cabine. O eleitor pode organizar os números seguindo a ordem em que eles aparecerão na urna.
Celular pode entrar na cabina? Não. Antes de entrar na cabina de votação, o eleitor deverá desligar o celular e entregá-lo à mesa receptora, juntamente com outros equipamentos que possam comprometer o sigilo do voto. O aparelho será devolvido depois que a pessoa terminar de votar. A regra tem como objetivo preservar o sigilo da escolha feita na urna.
Quem não tem biometria pode votar? Sim. No Rio Grande do Norte, 95,34% do eleitorado já possui biometria cadastrada, segundo os dados mais recentes divulgados pelo TRE-RN. São 2.537.019 eleitores com identificação biométrica e 123.928 sem biometria. Quem não possui biometria cadastrada não fica impedido de votar. Nesses casos, a habilitação para a votação ocorre conforme os procedimentos definidos pela Justiça Eleitoral, incluindo a digitação do ano de nascimento informado pelo eleitor.
Pode usar camiseta ou adesivo de candidato? O eleitor pode fazer manifestação individual e silenciosa de sua preferência política. São permitidos, por exemplo, bandeiras, broches, dísticos e adesivos, desde que a manifestação seja individual e silenciosa. Já a manifestação coletiva ou ruidosa, a abordagem de eleitores, o aliciamento e a chamada boca de urna são proibidos no dia da eleição. Também é crime a distribuição de camisetas de candidatos.
E a propaganda eleitoral? A propaganda eleitoral não pode ser realizada no dia da votação. O eleitor não pode fazer campanha para candidato ou partido, distribuir material de propaganda ou tentar convencer outras pessoas a votar em determinada candidatura.
E se o eleitor estiver fora do seu município? O voto em trânsito permite que eleitores previamente habilitados votem fora do município onde possuem domicílio eleitoral, nos locais definidos pela Justiça Eleitoral. No Rio Grande do Norte, o voto em trânsito estará disponível em municípios com mais de 100 mil eleitores, incluindo Natal, Parnamirim e Mossoró. Quem não estiver habilitado para votar em trânsito e estiver fora de seu domicílio eleitoral deverá justificar a ausência.
Como justificar se não votar? A justificativa pode ser feita no dia da eleição pelo e-Título ou nos locais disponibilizados pela Justiça Eleitoral para esse fim. Quem não justificar no dia poderá apresentar a justificativa posteriormente. Para as Eleições 2026, o prazo termina em 3 de dezembro de 2026, para quem não votar no primeiro turno; 8 de janeiro de 2027, para quem não votar no eventual segundo turno. A justificativa deve ser apresentada separadamente para cada turno. Após a eleição, também será necessário apresentar documentação que comprove o motivo da ausência.
Quem precisa votar? O voto é obrigatório para os eleitores que estão na faixa etária definida pela Constituição Federal. O voto é facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos. A ausência em três eleições consecutivas, considerando cada turno como uma eleição, sem justificativa ou pagamento das multas correspondentes, pode levar ao cancelamento da inscrição eleitoral, ressalvadas as situações previstas pela legislação.
ELEIÇÕES 2026 NO RN 2.660.947 É o total de eleitores aptos a votar no estado
60 É a quantidade de zonas eleitorais no RN
8.363 É o número de seções eleitorais
8.849 É o montante de urnas eletrônicas disponibilizadas
41.920 É o efetivo de mesários e colaboradores de apoio
95,34% do eleitorado potiguar com biometria cadastrada.
4/10 É a data do primeiro turno das Eleições 2026.
8h às 17h É o horário de votação, no horário oficial de Brasília
A última pesquisa Qauest antes do primeiro turno mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto na segunda etapa do pleito, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
No levantamento anterior, divulgado na segunda-feira (28/2), ambos tinham 42% e agora Flávio aparece numericamente à frente de Lula, no segundo turno, de acordo com a Quaest.
O instituto entrevistou 3.702 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro. O levantamento, contratado pelo jornal O GLOBO e a TV Globo, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-02197/2026.
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 1º turno. O levantamento aponta empate técnico e provável segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Votos Válidos
Lula (PT): 46%
Flávio Bolsonaro (PL): 45%
Escritor Augusto Cury (Avante): 3%
Renan Santos (Missão): 3%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Clariana Barão (DC): 0
Edmilson Costa (PCB): 0
Hertz Dias (PSTU): 0
Leonardo Avalanche (PRTB): 0
Romeu Zema (Novo): 0
Samara Martins (UP): 0
Rui Costa Pimenta (PCO): 0
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0
Votos válidos: É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto
O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-02197/2026.