Delegado diz que preso pela morte de psicóloga queria o celular dela para verificar mensagens com ex-namorada


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João Carvalho na clinica da vitima
Diretor da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o delegado Márcio Lemos informou, em coletiva de imprensa nesta quarta (24), que o advogado João Carvalho, 41, preso pelo assassinato da psicóloga Fabiana Maia Veras, 42, não confessou oficialmente o crime, mas os indícios coletados na investigação levaram à autoria.
Disse que ele ameaçou os agentes da Polícia Civil no momento da prisão. O homem que dirigiu o carro em que ele chegou à casa de Fabiana, em Assú, foi um motorista por aplicativo contratado e a participação dele no homicídio foi descartada.
Segundo o delegado, o advogado manteve contato com a psicóloga por meio de redes sociais, marcaram o encontro e ele planejou o assassinato. A intenção do homem era pegar o aparelho celular dela para verificar possíveis trocas de mensagens com a ex-namorada de suposto assassino. O celular estava desmontado no apartamento dele e será periciado.
As informações são que João Carvalho teria desferido cerca de seis golpes fatais de arma branca contra Fabiana. O suspeito se mantém em silêncio, ao ser questionado sobre o crime.
*Focoelho








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