Ex-deputado Laíre Rosado é preso pela policia federal em Mossoró
Laíre realizava atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte, quando foi conduzido pelos agentes federais.
Os recursos desviados deveriam ser destinados a municípios do estado, por meio da Fundação Vingt-Un Rosado e a Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (APAMIM), controlados por sua família.
A prisão de 9 anos e 6 meses de prisão foi determinada em julho de 2014. o magistrado de Mato Grosso na época para 9 anos de 6 meses. Laíre Rosado recorreu mas foi derrotado na Justiça. O caso chegou próximo da prescrição.
De acordo com auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Departamento Nacional de Auditoria do Ministério da Saúde (Denasus), a máfia das ambulâncias causou um prejuízo de pelo menos R$ 15,5 milhões aos cofres públicos.
Segundo as investigações, o grupo liderado pelos empresários Luiz Antônio Vedoin e Darci Vedoin, donos da Planam, pagava propina a parlamentares em troca de emendas destinadas à compra de ambulâncias e materiais hospitalares. Ainda de acordo com a denúncia, um grupo de parlamentares viabilizava a aprovação das emendas e intercedia nas prefeituras para direcionar as licitações para as empresas da família Vedoin vencerem as disputas.
No Congresso, a operação policial resultou na abertura de uma CPI mista, formada por deputados e senadores. A CPI das Ambulâncias, ou dos Sanguessugas, pediu o indiciamento de 72 parlamentares, sendo três senadores. Mas nenhum foi cassado.
No Judiciário, foram abertas centenas de ações criminais e de improbidade administrativa contra a família Vedoin, prefeitos e parlamentares. Os procedimentos foram fruto da investigação da Procuradoria Geral da República (PGR) e da Polícia Federal.



































































