Moradores da zona rural de Cerro Corá cobram respostas do CONISA por falta d’água crônica
Comunidades da Serra de Santana sofrem com lentidão extrema no abastecimento hídrico, mesmo com as taxas mensais pagas em dia; instituição pública é cobrada por solução.
Moradores das comunidades rurais localizadas na Serra de Santana, na zona rural de Cerro Corá, vêm a público manifestar profunda indignação com a constante falta d’água e a extrema lentidão no restabelecimento do abastecimento. O serviço na região é de responsabilidade do CONISA (Consórcio Intermunicipal de Saneamento da Serra de Santana), um consórcio público intermunicipal e, portanto, uma instituição pública sem fins lucrativos.
De acordo com relatos enviados à nossa reportagem, o problema de desabastecimento não é recente; trata-se de uma situação que se arrasta de longas datas, castigando as famílias que residem na zona rural. A principal queixa da população gira em torno do contraste entre a ausência do líquido nas torneiras e a regularidade das cobranças: as famílias asseguram que estão com o pagamento da taxa de abastecimento rigorosamente em dia, mas não recebem o serviço de forma digna.
“A demora para a água chegar é longa e, quando chega, a lentidão no sistema é absurda. Queremos apenas uma satisfação e, acima de tudo, uma solução definitiva para esse problema que há anos assola as nossas comunidades”, desabafou um dos moradores afetados.
Diante do cenário crítico e do apelo dos cidadãos de Cerro Corá que buscam exercer seus direitos básicos, a população aguarda uma resposta oficial e ações práticas por parte da gerência do consórcio.
Espaço aberto
Prezando pelo bom jornalismo e pela imparcialidade, este espaço fica integralmente à disposição da diretoria do CONISA para que a instituição possa apresentar seus esclarecimentos, justificar os motivos da lentidão no abastecimento das comunidades da Serra de Santana e apontar quais medidas estão sendo adotadas para sanar o problema.



