6 de dezembro de 2016

Piloto do avião da Chapecoense tinha mandado de prisão

O ministro explicou que os pilotos militares assumem compromisso de, após formados, não se retirarem da Força Aérea até cumprirem com os anos de serviço militar previstos. Ele evitou a prisão com recursos na Justiça. Domingo, em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, a viúva de Quiroga, Daniela Pinto, disse ter certeza de que o marido fez de tudo para evitar a tragédia: – Eu entendo a dor de todas as pessoas, mas meu marido nunca colocaria por vontade própria a vida e a de outras pessoas em risco. 

Meu marido era um homem responsável, que amava o que fazia. Ele não era uma pessoa má. Não era um assassino – disse. Natural de Cobija, o boliviano Quiroga – que era um dos sócios da LaMia – tinha 36 anos. 

O avião pilotado por Quiroga levava a delegação da Chapecoense para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, em Medellín, e caiu na madrugada da terça-feira passada após sofrer uma pane seca. 

O Globo

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