4 de dezembro de 2016

Com Messi, Argentina correu mesmo risco da Chape e se “salvou” por 15 minutos

Em novembro, a seleção argentina enfrentou o Brasil em Belo Horizonte pelas eliminatórias para Copa do Mundo de 2018 e utilizou os serviços da empresa aérea LaMia na viagem até a capital mineira. O avião, inclusive, era o mesmo que caiu com a delegação da Chapecoense na semana passada. E segundo revelou Guilherme Dietrich, ministro de Transporte da Argentina, a pessoas próximas, o avião da seleção com Lionel Messi e companhia a bordo chegou ao destino com combustível para apenas 15 minutos a mais de voo. 

A informação foi veiculada pela rádio “La Red”. Ainda de acordo com a rádio, Dietrich recebeu um informe técnico e disse que “a aeronave que fez o trajeto de Buenos Aires até Belo Horizonte aterrissou com apenas 15 minutos mais de autonomia”. 

A situação é semelhante à que aconteceu com a Chape, quando a autonomia de voo de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, até Medellín, na Colômbia, era justa e sem espaço para imprevistos. Em outras palavras. Caso o voo da LaMia com os argentinos tivesse algum imprevisto no espaço aéreo brasileiro que precisasse manter o avião no ar por mais 15 minutos, o destino da seleção hermana poderia ser o mesmo que o do time brasileiro. Ficou provado que a tragédia com a Chapecoense aconteceu por falta de combustível. 

* IG

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