31 de maio de 2016

Polícia prende mãe e filha acusadas de golpe de mais de R$ 200 mil contra idosa de 82 anos, na PB

A Polícia Civil da Paraíba prendeu nesta segunda-feira (30) duas mulheres suspeitas de praticarem fraude contra uma idosa cujos valores somam mais de R$ 200 mil. Foram presas em flagrante a cuidadora da idosa, Doralice Pereira de Lira, 69 anos, e a filha dela, Jamile Pereira de Lira, 25 anos. As prisões aconteceram no bairro Jardim Cidade Universitária, em João Pessoa. Segundo o delegado Lucas Sá, a vítima é uma professora aposentada de 81 anos, que morava sozinha no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa. 

A suspeita Doralice Pereira de Lira era conhecida da família, o que fez com que ganhasse a confiança da vítima e fosse contratada a trabalhar como cuidadora da idosa. “As suspeitas utilizaram o cartão de crédito da idosa para diversas compras pessoais, além de contratarem valores altos junto à instituição bancária, antecipando a aposentadoria da idosa e contratando empréstimos de alto valor, sendo um deles no valor superior a R$ 100 mil, mas a fraude já acumula um valor superior a R$ 200 mil”, esclareceu o delegado. 

A família só descobriu a fraude quando foi informada que a idosa havia sido internada em um hospital, ocasião na qual passou a ter um contato mais próximo com ela, tomando conhecimento de toda a conduta praticada. “Ela estava com a saúde bastante fragilizada, era solteira e sem filhos. Como residia sozinha, foi convencida a contratar uma cuidadora, que depois a convenceu também a abrir uma conta corrente na Caixa Econômica Federal e a emitir uma procuração, para que as suspeitas conseguissem movimentar a conta livremente”, relatou. 

Ainda segundo o delegado Lucas Sá, após a denúncia, a polícia passou a investigar as suspeitas, descobrindo seus possíveis endereços, confirmando junto à instituição financeira a atividade das contas e as movimentações bancárias em atividade, conseguindo localizá-las e prendê-las em flagrante em um apartamento situado no bairro Jardim Cidade Universitária, em João Pessoa. As suspeitas ficarão na carceragem da Central de Polícia, aguardando o encaminhamento à audiência de custódia, que decidirá se elas irão ao presídio ou se responderão pelas fraudes em liberdade. 

 *Fonte: Com Secom

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